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1 - O que é
o
Espiritismo?
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R. O Espiritismo é
uma ciência que
trata da natureza,
origem e destino dos
Espíritos e as suas
relações com o mundo
material. Foi
codificado por Allan
Kardec a partir dos
ensinamentos dos
Espíritos Superiores
e seu conteúdo
encontra-se exarado
nos livros que
compõem as Obras
Básicas (O Livro dos
Espíritos, O Livro
dos Médiuns, O
Evangelho Segundo o
Espiritismo, O Céu e
o Inferno e A
Gênese).
Possui um tríplice
aspecto: ciência,
filosofia e moral,
de tal forma que
podemos considerá-lo
ainda como uma
filosofia de
comprovação
científica e com
conseqüências
morais. |
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2 - O
Espiritismo
é uma
religião?
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R. O codificador
Allan Kardec, na
Revista Espírita do
ano de 1868, no mês
de dezembro,
pronuncia um
discurso que tem por
tema “O Espiritismo
é uma religião?” e,
preliminarmente,
aborda a questão da
comunhão do
pensamento e sua
finalidade e
importância,
reconhecendo a força
do pensar, sua
atuação e amplitude.
Salienta que numa
assembléia, os
pensamentos dos
participantes da
mesma proporcionam
um clima de harmonia
ou de discórdia no
ambiente.
Prossegue o
codificador:
“Dissemos que o
verdadeiro objetivo
das assembléias
religiosas deve ser
a “comunhão de
pensamentos”; é que,
com efeito, a
palavra “religião”
quer dizer “laço”.
Uma religião, em sua
acepção larga e
verdadeira, é um
laço que “religa” os
homens numa comunhão
de sentimentos, de
princípios e de
crenças (...) o laço
estabelecido por uma
religião, seja qual
for o seu objetivo,
é, pois,
essencialmente
moral, que liga os
corações, que
identifica os
pensamentos, as
aspirações, e não
somente o fato de
compromissos
materiais, que se
rompem à vontade, ou
da realização de
fórmulas que falam
mais aos olhos do
que ao espírito. O
efeito desse laço
moral é o de
estabelecer entre os
que ele une, como
conseqüência da
comunhão de vistas e
de sentimentos, a
fraternidade e a
solidariedade, a
indulgência e a
benevolência mútuas
(...) Se é assim,
perguntarão, então o
Espiritismo é uma
religião? Ora, sim
sem dúvida senhores!
No sentido
filosófico, o
Espiritismo é uma
religião, e nós nos
vangloriamos por
isto, porque é a
Doutrina que funda
os vínculos da
fraternidade e da
comunhão de
pensamentos, não
sobre uma simples
convenção, mas sobre
bases mais sólidas:
as próprias leis da
Natureza.”
Fica claro nas
palavras de Allan
Kardec, que do ponto
de vista do
verdadeiro
significado da
palavra religião,
efetivamente o
Espiritismo nele se
enquadra, mas não
trata-se de uma
religião onde há
cultos, dogmas,
celebrações que
falam mais aos olhos
do que ao coração;
nada do que vem
através de aparatos
exteriores se
enquadra em seus
princípios, mas sim,
aquilo que é apoiado
na moral e na razão,
no sentimento e no
raciocínio.
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3 - O que
são os
Espíritos?
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R. Pode-se dizer que
os Espíritos são os
seres inteligentes
da criação. Povoam o
Universo, fora do
mundo material (O
Livro dos Espíritos,
pergunta 76).
A Doutrina Espírita
nos informa que
todos os Espíritos
foram criados
simples e
ignorantes, sem o
conhecimento do bem
e do mal e, através
das múltiplas
reencarnações,
progridem
intelecto-moralmente,
tendo por objetivo
atingirem a
perfeição (perfeição
relativa, pois a
absoluta somente
Deus a possui). |
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4 - Todos os
Espíritos
são iguais?
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R. Não. Tendo Deus
criado Espíritos em
todas as épocas,
nunca permanecendo
inativo, há por
conseqüência
espíritos muito
antigos, que já
atingiram as
culminâncias do
progresso, enquanto
que outros apenas
estão iniciando a
caminhada. Como
estão em variados
estágios evolutivos,
há alguns com
expressivos cabedais
de conhecimento nas
áreas das ciências,
enquanto outros
avançaram mais nas
artes, outros ainda
no campo moral e
religioso.
De acordo com o
esforço de cada
espírito pode-se
acelerar ou retardar
o avanço rumo ao
progresso e,
conseqüentemente,
rumo à própria
felicidade e
plenitude. |
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R. De acordo com o
livro O Evangelho
Segundo o
Espiritismo, no
capítulo 28, item
81, “é a ação
persistente que um
Espírito mau exerce
sobre um indivíduo.
Apresenta caracteres
muito diversos,
desde a simples
influência moral,
sem perceptíveis
sinais exteriores,
até a perturbação
completa do
organismo e das
faculdades mentais”.
A obsessão somente
pode ser efetuada
por um espírito
inferior, que tenta
dominar sua “vítima”
a partir da
vinculação mental.
Os espíritos
superiores, pelo
contrário, jamais
impõem sua vontade,
respeitando o
livre-arbítrio do
indivíduo.
Na questão de número
459 de O Livro dos
Espíritos, pergunta
Allan Kardec:
“Influem os
Espíritos em nossos
pensamentos e em
nossos atos?”
obtendo como
resposta das
entidades venerandas
que o auxiliaram na
codificação: “Muito
mais do que
imaginais. Influem a
tal ponto, que, de
ordinário, são eles
que vos dirigem”.
Importante
atentarmos que ao
mesmo tempo em que
as entidades
infelizes nos
influenciam
negativamente, as
entidades nobres nos
estimularão a termos
pensamentos
positivos, de
alegria e
equilíbrio, paz e
harmonia, estando em
nossa decisão a
escolha das nossas
companhias
espirituais.
Allan Kardec, em O
Livro dos Médiuns,
no capítulo 23, fará
um detalhado estudo
sobre esta temática
importantíssima,
apresentando as
gradações das
obsessões, suas
causas,
conseqüências,
profilaxia e cura.
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6 - O que é
reencarnação?
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R. Allan Kardec em
nota à questão 171
de O Livro dos
Espíritos afirma: “A
doutrina da
reencarnação, isto
é, a que consiste em
admitir para o
Espírito muitas
existências
sucessivas, é a
única que
corresponde à idéia
que formamos da
justiça de Deus para
com os homens que se
acham em condição
moral inferior; a
única que pode
explicar o futuro e
firmar as nossas
esperanças, pois que
nos oferece os meios
de resgatarmos os
nossos erros por
novas provações. A
razão no-la indica e
os Espíritos a
ensinam”.
Ora, sendo Deus a
soberana justiça,
amor, equidade e
bondade, somente a
reencarnação poderá
equacionar múltiplas
indagações, como por
exemplo:
- Por que uns nascem
perfeitos
organicamente
enquanto outros
nascem com idiotia,
hidrocefalia,
cardiopatias
variadas,
paraplegia, sofrendo
dores cruéis e
atrozes?
- Por que Deus
condenaria um filho
ao suplício eterno,
por um ato
equivocado de
momento, sendo que
nós mesmos,
indivíduos
imperfeitos
perdoamos as falhas
de nossos rebentos?
- Como explicar o
caso de crianças
que, em tenra idade,
filhas de pais
analfabetos, revelam
excepcional
conhecimento de
várias línguas, sem
nunca ter
estudado-as
anteriormente? Ou
mestria na execução
de acordes, de
variados
instrumentos, sem
nunca terem antes
prévio contato com
os mesmos? Ou ainda,
que demonstram
extrema facilidade
na resolução de
difíceis cálculos,
de memória, que
somente professores
e estudiosos da
matemática
solucionariam?
A reencarnação a
todas estas
indagações e a
muitas outras
explica, ligando uma
existência à outra,
como continuidade,
tendo como reflexo a
Lei de Causa e
Efeito, dando a cada
um conforme suas
obras, oferecendo a
colheita de acordo
com a sementeira
efetuada. É o único
caminho para a
evolução do ser a
fim de que o mesmo
atinja a perfeição,
o que seria
impossível numa
única existência
terrestre, por mais
profícua e longa que
fosse. |
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7 - Os
Espíritos
podem
reencarnar
em corpos de
animais?
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R. Não, o espírito
nunca regride em sua
evolução. Poderá
estacionar na sua
marcha evolutiva,
caso seja rebelde ou
não se esforce para
seu progresso
intecto-moral, mas
nunca irá retroagir
em seu estado como
espírito, como
propõe a doutrina da
metempsicose,
acreditando que ele
pode reencarnar como
um animal. |
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8 - É
recomendável
a regressão
de memória?
Por que não
nos
lembramos
das vidas
anteriores?
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R. Não. Se as leis
perfeitas e naturais
de Deus nos fazem
esquecer o passado a
fim de vivermos o
presente da atual
existência física,
não poderemos sem
risco ao nosso
equilíbrio, penetrar
em fatos das nossas
vidas pretéritas,
muitas vezes
dolorosos e amargos.
De forma natural,
entretanto, somos
levados a algumas
recordações de
situações, lugares,
pessoas e
experiências de
outrora, que como
“insights” surgem em
nossa mente e até
nos surpreendemos
com a certeza de já
ter visto ou vivido
aquele
acontecimento.
O esquecimento do
passado consiste
numa benção, pois
não teríamos
serenidade hoje,
conhecendo as
delinqüências do
nosso ontem. Após a
nossa desencarnação,
aos poucos, conforme
nossa evolução
espiritual, vamos
recordando as
múltiplas facetas
vividas, desde que
estejamos preparados
para esta incursão. |
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R. Mediunidade é uma
faculdade natural,
baseada numa certa
predisposição
orgânica, que
permite ao indivíduo
ter a sensibilidade
a ponto de perceber
e se relacionar com
o mundo espiritual.
Aquele que possui
esta percepção é
chamado de médium,
ou seja, pessoa que
pode servir de
intermediário entre
os espíritos e os
homens. |
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10 - A
mediunidade
pode causar
loucura?
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R. Responde Allan
Kardec, em O Livro
dos Médiuns, segunda
parte, capítulo 18:
“Não mais do que
todas as outras
coisas, quando não
há predisposição
pela fraqueza do
cérebro. A
mediunidade não
produzirá a loucura
quando o princípio
não exista...”. |
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11 - Como os
espíritos se
comunicam?
Eles entram
no corpo do
médium?
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R. De acordo com os
espíritos Erasto e
Timóteo, no Capítulo
XIX de “O Livro dos
Médiuns”, “de fato,
nós (espíritos
desencarnados) nos
comunicamos com os
Espíritos encarnados
dos médiuns da mesma
forma que com os
Espíritos
propriamente ditos,
tão-só pela
irradiação do nosso
pensamento”. Ou
seja, no momento de
uma comunicação,
quer por meio da
psicografia
(escrita), quer pela
psicofonia (falada),
ou por outros meios,
o Espírito
aproxima-se do
médium, e continua a
irradiar seu
pensamento – idéias,
vontades, sensações
do momento, tais
como frio, calor,
fome, medo, bem
estar, saudade etc.
O Espírito do médium
encarnado, contando
com uma
sensibilidade
natural, é capaz de
“captar” todas essas
impressões,
sentindo-as e
traduzindo-as para
formas materiais, às
quais sua
mediunidade esteja
melhor adaptada
(escrita, fala,
desenho etc.).
Assim, não se
apresenta uma
verdadeira
“incorporação” –
termo que se tornou
usual a partir das
obras de André Luiz,
psicografadas por
Chico Xavier, na
primeira metade do
século passado. O
Espírito não entra
no corpo do médium,
nem assume seu
domínio. Aliás, isso
seria impossível, já
que, segundo Kardec,
em “O Livro dos
Espíritos”, pergunta
473, “um Espírito
não pode substituir
o que está
encarnado, porque o
Espírito e o corpo
estão ligados até o
tempo marcado para o
fim da existência
material”. |
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12 - Podemos
desenvolver
a
mediunidade?
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R. É bem possível
que queiramos ser
médiuns, mas isso é
tão natural quanto
ter olhos azuis ou
pele morena. Não
podemos
“desenvolver”, ou
seja, fazer nascer
em nós, uma
mediunidade. Se
formos de fato
portadores dessa
faculdade, por
sinais inequívocos,
diríamos que, antes
de desenvolver a
mediunidade, devemos
nos equilibrar e
harmonizar
interiormente, para
bem exercer as
possibilidades
asseguradas pela
faculdade mediúnica.
Para isso, seria
recomendável que o
interessado nas
lides mediúnicas
passasse a um estudo
constante e
consciente de todas
as obras da doutrina
espírita, para que
não apenas tome
contato com o
Evangelho e as
propostas do Cristo,
como também se
conscientizasse de
seus deveres e
obrigações de todo
aquele portador de
faculdade mediúnica.
Se algum tipo de
mediunidade se
manifestar, de forma
natural, no curso
desse aprendizado, o
médium poderia
passar a participar,
pouco a pouco, de
atividades
especialmente
preparadas para o
fim do contato mais
íntimo com o plano
espiritual.
Em outras palavras –
podemos dizer que
todos podemos antes
“educar nossa
mediunidade”, em vez
de “desenvolvê-la”,
deixando que surja
naturalmente, e
praticando-a com
equilíbrio e
serenidade. |
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13 - O que
diz o
Espiritismo
sobre Jesus?
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R. De acordo com a
questão 625 de “O
Livro dos
Espíritos”, Jesus é
“o tipo mais
perfeito que Deus
ofereceu ao homem
para lhe servir de
guia e modelo. (...)
O exemplo da
perfeição moral a
que pode pretender a
humanidade na Terra.
Deus nos oferece
Jesus como o mais
perfeito modelo, e a
doutrina que ensinou
é a mais pura
expressão de sua
lei, porque era o
próprio Espírito
Divino e foi o ser
mais puro que
apareceu na Terra”.
Assim, Jesus, de
acordo com a
Doutrina Espírita,
não pode ser Deus,
já que este é um ser
imaterial por
excelência; Deus
também não poderia
se dividir, já que é
uno. Mas Jesus é
certamente exemplo
de Espírito que já
alcançou o Estado de
Espírito Puro ou
Perfeito, sendo
doravante o mais
adiantado, dentre
aqueles que já
caminharam sobre a
Terra. Nessa medida,
o Espiritismo retoma
os ensinamentos de
Jesus, removendo os
equívocos que a eles
se misturaram por
ação dos homens, e
dando-lhe plena
aplicação. Cumpre
assim a promessa que
o próprio Cristo
fez, representando o
Consolador
Prometido, aquele
que viria esclarecer
todas as coisas. É
por isso que o
Espiritismo,
codificado por Allan
Kardec, é o
Cristianismo
redivivo, trazido
para o nosso tempo,
aplicado à nossa
realidade,
responsável por
reviver a figura
amorosa de Jesus,
como figura
indispensável ao
nosso adiantamento e
evolução enquanto
espíritos imortais.
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14 - O
Espiritismo
tem entre
seus
princípios a
crença em
Deus?
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R. Sim. Allan Kardec,
o ínclito
codificador do
Espiritismo,
pergunta na questão
de número 1 de O
Livro dos Espíritos:
“O que é Deus?”, ao
que os espíritos
guias da humanidade
respondem que Deus é
a inteligência
suprema, causa
primária de todas as
coisas.
Embora a nossa
pequenez, que
impossibilita o
entendimento da
grandeza de Deus, a
Doutrina Espírita O
apresenta não mais
com uma forma
corporal, via de
regra representado
como um homem idoso,
de barbas brancas,
mas sim como sendo a
Inteligência em grau
máximo,
necessariamente
único, imaterial,
eterno,
todo-poderoso,
soberanamente justo
e bom. Para termos a
certeza da
existência da Deus,
basta nos
recordarmos de um
axioma que
utilizamos: não há
efeito sem causa.
Basta analisarmos em
a natureza tudo
aquilo que não é
obra do homem e
necessariamente
identificaremos o
trabalho do Criador,
já que pela obra se
reconhece o
artífice. As leis
universais, o
equilíbrio do
ecossistema, as
maravilhas do
macrocosmo e do
microcosmo não podem
ser consideradas
como obra do acaso,
pois, em verdade, o
acaso é a obra de
Deus que Ele não
quis assinar e
anotou apenas o seu
pseudônimo. |
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15 - Por que
existem
tantas
aflições em
nosso mundo?
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R. Por que ainda
habitamos um mundo
de provas e
expiações, onde
impera o orgulho, o
egoísmo, a ambição
desenfreada, a
vaidade e tantos
outros males e
vícios morais. Pela
lei de causa e
efeito, acabamos por
receber conforme
nossas obras e, como
a nossa sementeira é
de perturbação,
natural que a
colheita seja de
lágrimas. Quando nos
conscientizarmos de
que somente pelo
amor é que
atingiremos a
verdadeira
felicidade, as dores
e aflições serão
substituídas pelo
equilíbrio e pela
harmonia, pela saúde
e pelo bem estar. |
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16 - Qual é
a visão
Espírita
sobre a
morte?
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R. A visão espírita
é de que a vida não
se acaba com a
morte. De acordo com
a pergunta 68 de O
Livro dos Espíritos,
a morte é o
resultado do
esgotamento dos
órgãos, sendo um
processo natural do
corpo biológico.
Como uma máquina, ao
longo do tempo o
corpo físico sofre
alterações,
desgastes, que
acabam por
danificá-lo de tal
forma, que o mesmo
torna-se um
empecilho para as
atividades do
espírito. Como por
fatalidade o
espírito humano é
perfectível, o mesmo
abandona o corpo
para continuar sua
jornada evolutiva.
Temos uma única
vida, com várias
existências
corporais,
necessárias para o
nosso
aperfeiçoamento
intecto-moral.
O Espiritismo também
nos demonstra,
através da
mediunidade, que a
morte não provoca
alterações
significativas ao
indivíduo, não o
transformando em
virtuoso ou imoral,
pelo simples fato de
ter retornado à
espiritualidade, mas
sim que continua
sendo a mesma
pessoa, com
qualidades e
defeitos que o
caracterizava quando
estava encarnado.
Importante ainda
salientar que,
quanto maior a moral
do indivíduo e sua
busca pelos valores
espirituais, tendo
como alicerce a
caridade ao próximo
seguindo os
ensinamentos de
Jesus, maior será a
sua facilidade no
momento do desenlace
do corpo físico, bem
como a sua adaptação
à pátria espiritual. |
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17 - Onde
vivem e o
que fazem os
Espíritos
desencarnados?
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R. Para responder a
esta pergunta, é
preciso que nos
lembremos da
conhecida passagem
de Jesus, em que ele
nos afirma existirem
“muitas moradas na
casa de meu Pai”.
Traduzindo com os
conhecimentos
adquiridos em
virtude da Doutrina
Espírita: há um
número inimaginável
de locais nos quais
os Espíritos podem
se encontrar, tanto
na esfera espiritual
da Terra, quanto em
outros planetas
habitados. Em linha
geral, costumamos
afirmar que os
Espíritos que já se
encontram fora do
corpo estarão na “erraticidade”,
ou no “plano
espiritual”.
Esta “erraticidade”
não tem nada de
mágico; pelo
contrário, pode e
deve ser vista como
uma cópia muito
próxima da nossa
própria vida na
Terra. Nela
encontraremos, em
muitos locais,
cidades espirituais,
com organização e
disposição muito
próximas daquelas
existentes na Terra,
tal como descreve o
Espírito André Luiz,
no livro “Nosso
Lar”, psicografia de
Francisco Cândido
Xavier; nestes
locais, há
Hospitais, para
atender
especialmente
àqueles que acabaram
de sair da carne;
Escolas, para
estudos dos mais
diversos temas
ligados à evolução
do espírito; locais
de prece e moradia,
e uma infinitude de
estruturas, as quais
ainda não somos
capazes de
compreender em toda
sua extensão. Por
outro lado,
encontraremos na
“erraticidade”
também locais onde
se concentram
Espíritos em
condição
desequilibrada ou
infeliz – aquilo
que, com as obras do
já citado Espírito
André Luiz, ficou
conhecido como
“Umbral” (palavra
que significa
portal, limiar,
entrada, começo,
extremidade
inicial). Estando em
uma ou outra
condição, porém, o
espírito estará
sempre “de
passagem”, já que
seu destino é a
evolução e, para
isso, precisará
reencarnar, servindo
tal período na
espiritualidade para
preparação para tal
mister.
Estar em uma ou
outra dessas
condições, de
maneira sempre
passageira, vai
depender de sua
condição mental. Os
espíritos são
regidos por uma lei
de atração de
pensamentos, de tal
sorte que aqueles
que têm o mesmo
padrão de idéias,
pensamentos, anseios
etc., naturalmente
acabam se atraindo.
Por isso, ao
contrário da crença
natural, não há
mecanismos especiais
que nos levem ao
“céu” ou ao
“inferno”. Estes
locais são
construídos em nossa
mente, pela nossa
ação e nosso padrão
de pensamentos. No
pós-desencarne, não
há uma
transformação, nem
uma viagem. Só se
desvela o espírito,
com toda sua carga
de sentimentos e
emoções naturais.
Tampouco é válida a
idéia de que, após a
morte, o espírito
mantém-se em eterna
adoração, ou em
sofrimento infinito.
Os espíritos
mantêm-se ativos,
relacionam-se
mutuamente, em ondas
de amor ou
inimizade; alimentam
atividades próprias,
também, adequadas
aos seus interesses
e às suas
possibilidades,
diante do equilíbrio
e da evolução que já
demonstrem ter
adquirido. Muitos
acompanham-nos e
auxiliam-nos em
nossas atividades
diárias; outros,
ocupam-se dos
tratamentos
oferecidos aos que
desencarnaram a
pouco tempo, nas
mais diversas
situações; outros,
estarão dedicados ao
estudo e
desenvolvimento de
idéias a serem
transladadas mais
tarde para a Terra,
e assim por diante.
O fenômeno da
comunicabilidade dos
Espíritos, traduzido
na psicografia de
abnegados médiuns,
com que fomos
brindados, nos
permitiu conhecer
uma série de
realidades e
atividades
promovidas pelas
mais diversas
categorias de
Espíritos. Para
isso, recomendamos o
estudo de tais
obras.
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18 - O que
acontece com
quem se
suicida?
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R. Ao desencarnarem,
aqueles que se
suicidaram encontram
uma série de
dificuldades muito
próprias da forma
pela qual
atravessaram o
portal da morte.
Assim, alguns
permanecerão ligados
fluidicamente ao
corpo, na medida em
que este, cheio de
vitalidade,
carregará ainda
fluidos intensos a
conectarem-no ao
perispírito; como
conseqüência,
sentirão todas as
impressões
relacionadas ao que
acontece ao corpo no
pós-morte. Outros,
imediatamente são
levados para regiões
nas quais
concentram-se, por
afinidade, entidades
que buscaram o mesmo
tipo de desencarne,
normalmente
envolvidas em ondas
de remorsos e
arrependimento
doentio, sofrendo
todo tipo de
padecimento moral.
Essas regiões, desde
a publicação de
“Memórias de Um
Suicida”, (Camilo
Cândido Botelho, por
Yvonne do Amaral
Pereira), passaram a
ser conhecidas como
“Vale dos Suicidas”.
Após passarem por
estes intensos
sofrimentos,
decorrentes de sua
rebeldia quanto às
leis da vida, muito
provavelmente
reencarnarão com uma
série de
dificuldades
relacionadas à
violência que
cometeram contra si
próprios, inclusive
malformações
físicas.
Posteriormente,
quando já tiverem
expiado o crime que
praticaram contra si
próprios,
reencarnarão
novamente, para
tentar cumprir a
mesma prova a que
fugiram, quando
buscaram o suicídio. |
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19 -
Espiritismo
é o mesmo
que Umbanda
ou
Candomblé?
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R. Não. Umbanda,
Candomblé, Catimbó e
outras crenças nada
têm a ver com o
Espiritismo, por
mais que sejam
filosofias ou
religiões dignas de
nosso maior
respeito, pelo muito
bem que podem
proporcionar a seus
praticantes, tendo
em comum com o
espiritismo somente
o fato de serem
“espiritualistas” –
ou seja, acreditarem
na existência das
almas ou dos
espíritos.
Somente é
“Espiritismo a
doutrina trazida
pelos Espíritos
Superiores e
codificada por Allan
Kardec no século
XIX. Logo, somente
pode ser chamado de
“Centro Espírita” a
casa que se dedique
à prática fiel desta
doutrina. |
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20 - O
Espiritismo
tem rituais
ou
sacerdotes?
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R. O Espiritismo não
tem nem sacerdotes,
nem rituais de
nenhum tipo. Num
Centro Espírita
direcionado pela
orientação de Kardec,
não encontraremos
velas, imagens,
santos, defumadores,
incensos,
vestimentas
especiais, nem nada
que denote, de forma
externa, a fé. Isso
porque, de acordo
com o que lemos nas
questões 653 e 654
de “O Livro dos
Espíritos”, “a
adoração verdadeira
é do coração”...
“Deus prefere os que
o adoram do fundo do
coração, com
sinceridade, fazendo
o bem e evitando o
mal, aos que julgam
honrá-lo com
cerimônias que os
não tornam melhores
para com os seus
semelhantes”. Ou,
como diria o Cristo,
“Se tens algo contra
o teu semelhante,
deixa tua oferenda
no altar e vai
primeiro
reconciliar-se com
ele e, depois, traz
tua oferenda ao
altar”.
Ou seja, de acordo
com as instruções
dos Espíritos
Superiores, Deus
olha antes a
intenção que a
forma, o que fica em
acordo com a visão
de um Deus que é a
suprema perfeição, e
absolutamente
imaterial. Daí a
desnecessidade de
rituais ou
sacerdotes. |
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21 - Nas
instituições
espíritas há
algum tipo
de
pagamento?
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R. A doutrina
espírita guia-se
inteiramente pela
máxima do Cristo,
“dai de graça o que
de graça recebeste”.
Nas palestras, nos
passes e demais
atividades
mediúnicas, bem como
em todos e quaisquer
atos relacionados à
parte prática e de
estudos
doutrinários, não há
a cobrança de
quaisquer valores.
Eventualmente,
algumas casas
espíritas, com o fim
de sustentar-se no
que diz respeito às
suas necessidades
materiais, procedem
à venda de livros e
outros bens
materiais em
bazares, almoços,
encontros e ocasiões
parecidas, além de
instituir a cobrança
de mensalidades para
os membros que
desejarem se
associar ao Centro,
participando mais
ativamente de sua
administração.
Nenhum freqüentador
das casas espíritas,
porém, é obrigado a
participar de tais
ações, ou a se
filiar a nenhuma
casa. Quem quiser
ser espírita, pode
comparecer aos
centros, assistir às
palestras e
participar dos
passes, se desejar,
sem que tenha que
desembolsar nada por
isso. |
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22 - A
Eutanásia
não é um
gesto de
caridade
para com o
ser amado
que sofre?
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R. Não. A eutanásia,
palavra que quer
dizer “boa morte”,
implica na cessação
artificial da vida
humana, na teoria,
com o propósito de
encerrar um
sofrimento. Todavia,
a doutrina espírita
vem nos mostrar, por
um lado, que a vida
não se encerra com a
existência material;
pelo contrário, que
a verdadeira vida é
a vida espiritual e,
portanto, com o
encerramento das
atividades
orgânicas, nosso
espírito se liberta
do jugo da carne e
retorna à Pátria
espiritual. Por
outro, o espiritismo
também demonstra que
o momento da morte é
importantíssimo para
a alma que se
liberta.
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23 - O que é
o livre
arbítrio?
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R. A doutrina aposta
do livre-arbítrio
declara a vontade
humana livre para
tomar decisões e
determinar suas
ações diante das
situações da vida.
Diante de várias
opções oferecidas
por uma situação
real, o homem
poderia escolher uma
racionalmente e agir
livremente de acordo
com a escolha feita
(ou não agir se o
quisesse). Exige,
portanto, capacidade
de discernir e
liberdade interior.
A doutrina do
livre-arbítrio é
fundamental para
entender as demais
leis que regem a
existência do homem,
tais como as leis de
ação e reação, da
destinação do homem
ao desencarnar e da
reencarnação. |
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24 - Existe
fatalidade
em nossas
vidas?
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R. Preliminarmente
precisamos definir
fatalidade como
aquilo que é
inevitável, do que
não se pode escapar.
De acordo com a
questão 853 de “O
Livro dos
Espíritos”, para
nossa vida só
haveria uma
fatalidade, no que
diz respeito à
morte. Mas não
devemos entender
isso no sentido de
haver um instante
exato, um dia e uma
hora marcados para
morrer (a respeito,
consultar a obra
“Obreiros da Vida
Eterna”, autoria do
Espírito André Luiz,
pelo médium
Francisco Cândido
Xavier, e questão
854 de “O Livro dos
Espíritos”).
Há ainda, de acordo
com os ensinamentos
dos espíritos, a
fatalidade de um dia
atingirmos a
perfeição, ou seja,
um dia, após
incontáveis
reencarnações é
certo que
alcançaremos o
estado de espíritos
puros. Durante este
percurso, os
caminhos que
tomaremos até lá
chegarmos dependerá
das nossas decisões:
quanto mais energia
empregada no bem,
mais rápida a
chegada à esta
condição espiritual.
Nós somos artífices
de nossos próprios
destinos e possuímos
toda a
responsabilidade
pelas conseqüências
de tal liberdade de
ação. Da mesma forma
que os desafios que
vivenciamos hoje são
reflexos do ontem, o
sermos felizes ou
infelizes amanhã
dependerá
exclusivamente de
como agimos agora. |
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25 - O
Espiritismo
é contrário
ao aborto?
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R. O espiritismo
defende a existência
da reencarnação, ou
seja, que cada
nascimento
representa o retorno
de uma alma à Terra
com o propósito de
seguir com seu
caminho evolutivo,
por meio das provas,
expiações e
aprendizados a que
estará sujeito no
decorrer de sua vida
terrena. Por outro
lado, o espiritismo
também comprovou que
não existe uma única
reencarnação que
aconteça por acaso.
Todas passam por um
planejamento prévio,
em que são definidas
as linhas gerais da
existência (onde o
espírito vai
renascer, em
companhia de quais
outros espíritos já
reencarnados ou por
reencarnar, em qual
condição social
etc.), linhas gerais
que serão
importantes para o
amadurecimento e
aperfeiçoamento
daquele ser. Este
planejamento sempre
se dá com o amparo
de entidades com
grau superior de
evolução, com o
consentimento dos
pais e, às vezes, de
outras pessoas
envolvidas, podendo
ou não contar com a
participação direta
do próprio
reencarnante.
Dentro desse quadro,
abortar significa
fugir a um
planejamento
pré-estabelecido e
impedir que um ser
retorne ao mundo
físico para o
atendimento de suas
necessidades de
evolução. Significa,
para os pais que por
ele optam, desistir
de compromissos que
firmaram na
espiritualidade,
para o reajustamento
e o entendimento
recíproco, no mais
das vezes. Por
representar, assim,
um ato que fere as
leis de Deus, o
espiritismo defende
que não se promova o
aborto, salvo em
circunstâncias
específicas, quando
a vida da própria
mãe estiver
ameaçada, já que é
melhor sacrificar o
ser que não existe a
sacrificar o que
existe (O Livro dos
Espíritos, questão
359). |
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26 - Qual a
importância
da prática
do Evangelho
no Lar?
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R. O Evangelho no
Lar é um encontro
promovido,
periodicamente
(normalmente num dia
da semana em horário
pré-determinado),
entre aqueles que
convivem no mesmo
lar (ou entre amigos
próximos) com o
objetivo de leitura
e estudo do
Evangelho, ou de
obras que o comentem
e complementem, e da
reflexão sobre os
textos lidos.
Pode-se, por
exemplo, ler um
trecho das obras
básicas da doutrina
espírita, tais como
“O Evangelho Segundo
o Espiritismo” ou o
“O Livro dos
Espíritos”, ambos de
Allan Kardec;
pode-se também
estudar obras como
“O Consolador”,
“Fonte Viva” e
“Caminho, Verdade e
Vida”, do Espírito
Emmanuel
(psicografia de
Francisco Cândido
Xavier), e outras
similares. Feita a
leitura, e um
diálogo com reflexão
sobre o trecho lido,
segue-se uma prece,
por qualquer dos
participantes, e,
alternativamente, a
rogativa à
espiritualidade de
fluidificação de
copos de água que
podem, para este
fim, serem deixados
próximos, para
consumo posterior.
Com essa prática
simples, os
praticantes
rapidamente notarão
uma série de
benefícios diretos e
indiretos em seu
próprio dia a dia.
Primeiro, o
“Evangelho no Lar”
torna-se
oportunidade de
diálogo fraterno e
sincero entre
familiares, sobre
temas de relevância
para nossa vida
cotidiana,
melhorando assim o
ambiente e o
entendimento entre
os familiares.
Segundo, as energias
da prece sincera,
bem como o diálogo
sobre temas da
espiritualidade, por
uma lei de afinidade
natural, acaba
“atraindo” para o
ambiente do lar,
fluidos e energias
benéficos, que
permanecem na
atmosfera espiritual
da casa, dando-lhe
retaguarda
espiritual, além de
transformá-la num
verdadeiro ponto de
luz, do qual a
espiritualidade pode
até mesmo
utilizar-se para o
socorro e o
atendimento
fraternos. Além
disso, permite que
se exerça a
fluidoterapia, ou
seja, o tratamento
adjetivo de doenças
e dificuldades de
diversas ordens, por
meio da ingestão da
água fluidificada, o
que será sempre
feito pela
espiritualidade, com
nossa participação
por meio da prece
sincera. |
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Viagem Espírita 2006
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