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“Esses
grupos, correspondendo-se
entre si, visitando-se,
permutando observações,
podem, desde já, formar o
núcleo da grande família
espírita, que um dia
consorciará todas as
opiniões e unirá os homens
por um único sentimento: o
da fraternidade, trazendo o
cunho da caridade cristã.”
Allan Kardec (O Livro dos
Médiuns – cap. XXIX – item
334)
O que são
Os Grupos, Centros ou
Sociedades Espíritas:
● são núcleos de estudo, de
fraternidade, de oração e de
trabalho, praticados dentro
dos princípios espíritas;
●
são escolas de formação
espiritual e moral, que
trabalham à luz da Doutrina
Espírita;
●
são postos de atendimento
fraternal para todos os que
os procuram com o propósito
de obter orientação,
esclarecimento, ajuda ou
consolação;
●
são oficinas de trabalho que
proporcionam aos seus
freqüentadores oportunidades
de exercitarem o próprio
aprimoramento íntimo pela
prática do Evangelho em suas
atividades;
●
são casas onde as crianças,
os jovens, os adultos e os
idosos têm oportunidade de
conviver, estudar e
trabalhar, unindo a família
sob a orientação do
Espiritismo;
●
são recantos de paz
construtiva, que oferecem
aos seus freqüentadores
oportunidades para o
refazimento espiritual e a
união fraternal pela prática
do “Amai-vos uns aos
outros”;
●
são núcleos que se
caracterizam pela
simplicidade própria das
primeiras casas do
Cristianismo nascente, pela
prática da caridade e pela
total ausência de imagens,
símbolos, rituais ou outras
quaisquer manifestações
exteriores;
●
são as unidades fundamentais
do Movimento Espírita.
Seus objetivos
Os Grupos, Centros ou
Sociedades Espíritas têm por
objetivo:
●
promover o estudo, a difusão
e a prática da Doutrina
Espírita, atendendo às
pessoas:
●
que buscam esclarecimento,
orientação e amparo para
seus problemas espirituais,
morais e materiais;
●
que querem conhecer e
estudar a Doutrina Espírita;
●
que querem trabalhar,
colaborar e servir em
qualquer área de ação que a
prática espírita oferece.
Suas atividades básicas:
Os Grupos, Centros ou
Sociedades Espíritas têm por
atividades básicas:
●
realizar reuniões de estudo
da Doutrina Espírita, de
forma programada, metódica
ou sistematizada, destinadas
às pessoas de todas as
idades e de todos os níveis
culturais e sociais, que
possibilitem um conhecimento
abrangente e aprofundado do
Espiritismo em todos os seus
aspectos;
●
realizar reuniões de
explanação do Evangelho à
luz da Doutrina Espírita,
aplicação de passes e
atendimento fraterno através
do diálogo, para as pessoas
que procuram e freqüentam os
núcleos espíritas em busca
de esclarecimento,
orientação, ajuda e
assistência espiritual e
moral;
●
realizar reuniões de estudo,
educação e prática da
mediunidade, com base nos
princípios e objetivos
espíritas, esclarecendo,
orientando e preparando
trabalhadores para as
atividades mediúnicas;
● realizar
reuniões de evangelização
espírita para crianças e
jovens, de forma programada,
metódica ou sistematizada,
atendendo-os,
esclarecendo-os e
orientando-os dentro dos
ensinos da Doutrina
Espírita;
●
realizar o trabalho de
divulgação da Doutrina
Espírita através de todos os
veículos e meios de
comunicação social
compatíveis com os
princípios espíritas, tais
como: palestras,
conferências, livros,
jornais, revistas, boletins,
folhetos, mensagens, rádio,
TV, cartazes, fitas de vídeo
e áudio;
●
realizar o serviço de
assistência e promoção
social espírita destinado a
pessoas carentes que buscam
ajuda material:
assistindo-as em suas
necessidades mais imediatas;
promovendo-as por meio de
cursos e trabalhos de
formação profissional e
pessoal; e esclarecendo-as
com os ensinos morais do
Evangelho à luz da Doutrina
Espírita;
●
estimular e orientar os seus
freqüentadores para a
implantação e manutenção da
reunião de estudo do
Evangelho no Lar, como apoio
para a harmonia espiritual
de suas famílias;
●
participar das atividades
que têm por objetivo a união
dos espíritas e das
Instituições Espíritas e a
unificação do Movimento
Espírita, conjugando
esforços, somando
experiências, permutando
ajuda e apoio, aprimorando
as atividades espíritas e
fortalecendo a ação dos
espíritas;
●
realizar as atividades
administrativas necessárias
ao seu normal funcionamento,
compatíveis com a sua
estrutura organizacional e
com a legislação do seu
país.
SOCIEDADE PARISIENSE DE
ESTUDOS ESPÍRITAS
(texto de Eliseu F. Mota
Júnior)
O nascimento da Sociedade
Parisiense de Estudos
Espíritas —
Em 1858, um
ano depois do lançamento de
O livro dos Espíritos,
Allan Kardec residia à Rua
dos Mártires, nº 8, no
centro de Paris, onde
realizava reuniões espíritas
às terças-feiras, tendo como
principal médium a Senhorita
Ermance Dufaux. O local
comportava de quinze a vinte
pessoas no máximo, porém
houve sessões em que
estiveram presentes até
trinta interessados.
Como não era nada cômoda
essa situação, alguns dos
freqüentadores resolveram
cotizar-se para alugar um
local mais amplo. Para isso,
era imprescindível uma
autorização legal,
evitando-se problemas com as
autoridades constituídas.
Desse modo, o Sr. Dufaux,
que conhecia o Prefeito de
Polícia, encarregou-se do
caso, sendo que a
autorização dependia também
do Ministro do Interior.
Coube então a um influente
general, simpatizante
anônimo das idéias
espíritas, a obtenção da
autorização, o que ocorreu
em apenas quinze dias.
Então, no dia 1º de abril de
1858 surgiu oficialmente a
Sociedade Parisiense de
Estudos Espíritas,
destinada a reuniões de
estudos teóricos e práticos
da Doutrina Espírita, para
cuja presidência Allan
Kardec foi seguidamente
reconduzido. Ele costumava
abreviar o nome da entidade
para Sociedade de Estudos
Espíritas, Sociedade
Espírita de Paris ou
apenas Sociedade de Paris.
As reuniões continuaram
acontecendo às
terças-feiras, só que agora
em um compartimento alugado
no Palais Royal
(Palácio Real), galeria de
Valois, onde ficou
até 1º de abril de 1859,
quando passou a reunir-se às
sextas-feiras em um dos
salões do Restaurante
Douix, no mesmo Palais
Royal, Galeria
Montpensier nº 12, até
1º de abril de 1860, ocasião
em que se transferiu para a
sua sede própria, situada na
Rua e Passagem de
Sant’Ana, nº 59, também
na região central da capital
francesa.
A disciplina
nas reuniões —
Assim,
regularmente constituída a
Sociedade, ali seus
associados se reuniam para o
estudo do Espiritismo, como
outros para o estudo da
Frenologia, da História ou
de outras ciências, e, como
em toda reunião séria,
exigia-se uma regra para
manutenção da boa ordem,
destinada a estabelecer a
disciplina das sessões, e a
manter, entre os presentes,
as relações de urbanidade e
educação que devem presidir
todas as assembléias de
pessoas de boas maneiras,
respeitadas as condições
inerentes à especialidade
dos seus trabalhos. Isto
porque ali não se tratava
apenas com homens, mas
também com Espíritos, e,
como é sabido, nem todos são
bons. Contra a violência
daqueles que destoavam, era
necessário se resguardar.
Nesse número, alguns eram
mais astuciosos e podiam
mesmo, por ódio ao bem,
induzir os presentes a uma
via perigosa. Devia-se,
pois, ter muita prudência e
perspicácia para vencê-los,
o que exigia que fossem
tomadas precauções
especiais.
Na reunião do dia 24 de
agosto de 1860, tendo em
vista que várias pessoas
estranhas ali estavam, e a
fim de alertá-las contra as
falsas idéias que poderiam
formar acerca dos objetivos
de seus trabalhos, Kardec as
advertiu de que ali não eram
feitas experiências e que
estavam enganadas se
esperavam encontrar assunto
para distrações, porque a
Sociedade ocupava-se de
coisas muito sérias, mas
pouco interessantes e pouco
inteligíveis para quem quer
que fosse estranho à ciência
espírita.
Asseverou ainda que, como a
presença de tais pessoas
seria inútil para elas
próprias e poderia ser causa
de perturbação para a
sessão, recusava-se a
admitir as que não
possuíssem, pelo menos, um
mínimo de conhecimento do
Espiritismo, pois, antes de
tudo, aquela era uma
Sociedade científica, de
estudos sérios, e não uma
sociedade de ensino; afirmou
que jamais convocou o
público porque sabia, por
experiência, que a convicção
só se formava por uma longa
série de observações e não
por se haver assistido a
algumas sessões que não
apresentam nenhuma
continuidade metódica. Eis a
razão por que ali não eram
feitas demonstrações, que
deveriam recomeçar cada vez
e que paralisariam os
trabalhos. Entretanto, se
malgrado isso, ali
estivessem pessoas atraídas
só pela curiosidade, ou que
não partilhassem da sua
maneira de ver, foram
lembradas de que não haviam
sido convidadas e que por
isso esperava-se delas o
respeito às convicções da
Sociedade, como esta
respeitava as suas. Assim,
caso insistissem em
permanecer, deveriam manter
silêncio e recolhimento, que
é uma das mais expressas
recomendações da parte dos
Espíritos que de boa vontade
ali se comunicavam, de modo
que todos os presentes
deveriam abster-se de
qualquer tipo de conversação
particular.
FEDERAÇÃO ESPÍRITA
BRASILEIRA
História
A Federação Espírita
Brasileira foi fundada no
dia 2 de janeiro de 1884, no
Rio de Janeiro, por Augusto
Elias da Silva, que um ano
antes já havia fundado a
revista Reformador.
Desde sua fundação, a FEB
trabalha pela difusão da
Doutrina Espírita: já
publicou milhões de livros
que difundiram o Espiritismo
no Brasil e busca
permanentemente a prática da
caridade no seu sentido mais
amplo, dando assistência
material e espiritual aos
necessitados, seja através
do trabalho em suas próprias
dependências, seja através
do estímulo e do apoio a
todos os núcleos Espíritas.
Dentre os seus primeiros
dirigentes, destaca-se a
figura de Adolfo Bezerra de
Menezes, que muito colaborou
no estabelecimento de uma
diretriz eminentemente
espírita-cristã ao Movimento
Espírita brasileiro.
Seccional RJ
A primeira sede própria da
FEB foi inaugurada em 10 de
dezembro de 1911. Está
localizada na avenida
Passos, números 28 e 30, no
centro do Rio de Janeiro.
Atualmente, no prédio
histórico funciona a
Seccional da FEB, que
promove atividades
doutrinárias (reuniões
mediúnicas e de estudo,
palestras, passes, serviço
de assistência e promoção
social) e mantém uma
livraria. No Rio de Janeiro
também funciona o
Departamento Editorial e
Gráfico da FEB. Localizado
no Bairro de São Cristóvão,
foi inaugurado em 9 de
setembro de 1948, por
Antônio Wantuil de Freitas.
Em 120 anos de existência, a
FEB jamais perdeu de vista
que um de seus principais
objetivos é difundir a
Doutrina Espírita através do
livro. Editou 39 milhões de
obras de 160 autores,
traduziu dezenas de livros,
construiu um catálogo de
mais de 400 títulos e hoje
ganha espaço no mercado
editorial com uma ampla
revitalização de seus
produtos e serviços. A meta
é pôr a Doutrina Espírita ao
alcance e a serviço de todos
os homens. A FEB já editou
mais de 10 milhões de livros
de Allan Kardec. Os
psicografados por Francisco
Cândido Xavier ultrapassam
15,5 milhões. Destes, Nosso
Lar (ditado pelo Espírito
André Luiz) é o mais lido:
superou a marca de 1,5
milhão de exemplares. Outros
autores (pensadores
brasileiros e europeus dos
séculos XIX e XX e livros
infantis) correspondem a
pouco mais de 13 milhões de
exemplares. Parte dos livros
é vendida e outra parcela
doada para para instituições
espíritas, uma vez que é
prioridade da FEB o apoio ao
Movimento Espírita.
Modernização
Todos os títulos editados
pela Federação estão
recebendo novo tratamento
gráfico. Papel de alta
qualidade, fontes que
proporcionam melhor
visualização, capas modernas
são algumas inovações nos
livros, que são costurados a
fim de favorecer o manuseio
e a durabilidade.
Armazenados de acordo com
normas técnicas e
transportados em embalagens
apropriadas, os livros são
alvo de uma ação cuidadosa
de distribuição, voltada
para levar o livro espírita
a todas as pessoas. Além dos
livros, a Editora vem
ampliando o rol de produtos,
que agora inclui CDs,
vídeos e apostilas.
A FEB busca visibilidade no
mercado editorial
participando de bienais e
feiras do livro, além de
estar divulgando seus
produtos na mídia espírita e
não espírita. Uma série de
produtos (folhetos, banners,
cartazes, marcadores de
livros) foram projetados
para informar sobre as
publicações e lançamentos da
editora.
Os livros infantis também
vêm recebendo projetos
gráficos mais arrojados e
agora trazem passatempos e
brindes, como adesivos,
marcadores de livros,
canetas e sacolas
personalizadas.
Sede em Brasília
Na sede em Brasília
funcionam a Administração da
FEB; a Biblioteca de Obras
Raras, com mais de 10 mil
volumes; o Museu Espírita,
uma biblioteca (para adultos
e crianças) aberta à
comunidade e um campo
experimental que elabora e
testa os currículos e
apostilas da Evangelização
Infanto-Juvenil, do Estudo
Sistematizado da Doutrina
Espírita (ESDE) e do Estudo
e Educação da Mediunidade.
Também na Capital Federal a
instituição mantém
atividades doutrinárias,
tais como palestras, passes,
grupos de estudo,
evangelização e serviço
assistencial.
Reformador
A FEB edita a revista
Reformador, que jamais teve
sua tiragem interrompida e é
um dos quatro periódicos
mais antigos do Brasil. A
instituição produz programas
de rádio (Brasil Espírita) e
de televisão (Terceira
Revelação), transmitidos
para todo o Brasil.
Ação Federativa
O Conselho Federativo
Nacional (CFN) da FEB é
composto pelas Entidades
Federativas espíritas de
todos os Estados do Brasil e
do Distrito Federal, e por
Entidades Especializadas de
Âmbito Nacional. O CFN
reúne-se uma vez por ano, em
Brasília. Também anualmente,
as Federativas estaduais
participam das reuniões das
Comissões Regionais do CFN:
Sul, Norte, Centro e
Nordeste. Nessas ocasiões,
além das reuniões de
dirigentes, que tratam de
assuntos administrativos,
reúnem-se as áreas de
Atividade Mediúnica,
Comunicação Social Espírita,
Estudo Sistematizado da
Doutrina Espírita, Infância
e Juventude, Serviço de
Assistência e Promoção
Social Espírita e
Assistência Espiritual no
Centro Espírita.
O trabalho federativo
decorre da união fraterna,
solidária, voluntária,
consciente e operacional dos
espíritas e das Instituições
Espíritas, através da
permuta de informações e
experiências, da ajuda
recíproca e do trabalho em
conjunto. O objetivo é
fortalecer, facilitar,
ampliar e aprimorar a ação
do Movimento Espírita em sua
atividade-fim, que é a de
promover o estudo, a difusão
e a prática da Doutrina
Espírita.
Fonte: www.febnet.org.br
O Movimento Espírita no
Brasil
O Conselho
Federativo Nacional da FEB
foi criado quando na
assinatura do Pacto Áureo,
em 5 de outubro de 1949,
pelos representantes das
seguintes instituições:
Federação Espírita
Brasileira, Liga Espírita do
Brasil, Federação Espírita
do Rio Grande do Sul,
Federação Espírita
Catarinense, Federação
Espírita do Paraná, União
das Sociedades Espíritas do
Estado de S. Paulo e União
Espírita Mineira.
O Conselho Federativo
Nacional da FEB foi criado
com o objetivo de promover e
trabalhar pela união dos
espíritas e pela unificação
do Movimento Espírita, para
que as atividades de estudo,
difusão e prática da
Doutrina Espírita sejam
fortalecidas e realizadas no
seu devido tempo.
Instalado em janeiro de 1950
e integrado pelas Federações
e Uniões representativas dos
Movimentos Espíritas
estaduais e do Distrito
Federal, o Conselho
Federativo Nacional
substituiu o antigo Conselho
Federativo da FEB, que
federava diretamente os
Centros Espíritas de todo o
País.
Atualmente o CFN é composto
pelas Entidades Federativas
espíritas de todos os
Estados do Brasil e do
Distrito Federal (27), bem
como de um quadro de
Entidades Especializadas de
Âmbito Nacional.
Durante a década de 1950
houve um trabalho de
esclarecimento junto às
entidades espíritas sobre a
importância e a diretrizes
da tarefa de organização e
unificação do Movimento
Espírita brasileiro,
realizado, principalmente,
pela “Caravana da
Fraternidade”.
Na década de 1960 foram
realizados os Simpósios
Regionais de grande
importância para o trabalho
de unificação do Movimento
Espírita: Centro-Sulino, em
Curitiba (1962), Nordeste,
em Salvador (1963); Norte,
em Belém (1964);
Centro-Oeste-Territórios em
Cuiabá (1965); encerrando o
ciclo com o Simpósio
Nacional, no Rio de Janeiro
(1966).
No início da década de 1970
foram criados os Conselhos
Zonais do CFN (Norte,
Nordeste, Centro e Sul) que
estudavam assuntos de
interesses do Movimento
Espírita e que eram
concluídos nas Reuniões
Plenárias.
Em 1975, por proposta da
representação de São Paulo,
o CFN, através dos seus
Conselhos Zonais, iniciou
estudos mais aprofundados
sobre o Centro Espírita,
concluídos com a aprovação
do documento “A Adequação do
Centro Espírita para o
melhor atendimento de suas
finalidades”, em novembro de
1977, que destaca como
entender e o que cabe ao
Centro Espírita fazer.
Por proposta da
representação do Estado do
Rio de Janeiro, o CFN
continuou estudando o Centro
Espírita no período de 1977
a 1980, quando concluiu o
documento “Orientação ao
Centro Espírita”, que
oferece uma série de
sugestões práticas para as
suas atividades básicas.
No período de 1980 a 1983 o
CFN, através do seus
Conselhos Zonais, estudou e
elaborou um documento que
trata da importância, das
tarefas e das diretrizes do
trabalho de unificação do
Movimento Espírita, aprovado
em novembro de 1983 com o
título “Diretrizes da
Dinamização das Atividades
Espíritas”.
Em 1984 o CFN aprovou o
“Manual de Administração das
Instituições Espíritas”,
que, por delegação, vem
sendo atualizado e editado
pela USEERJ, do Estado do
Rio de Janeiro.
Em 1985, os Conselhos Zonais
foram transformados em
Comissões Regionais,
proporcionando aos membros
do CFN, em suas respectivas
regiões, a oportunidade de
trocar informações e
experiências, bem como de
unirem-se na realização de
trabalhos que visem colocar
em prática as diretrizes
anteriormente aprovadas nos
documentos já citados.
Através do CFN foram
lançadas as seguintes
campanhas: Campanha de
Evangelização Espírita da
Infância e da Juventude, em
1977; Campanha do Estudo
Sistematizado da Doutrina
Espírita, em 1983; Campanhas
“Em Defesa da Vida” e “Viver
em Família”, em 1994; e
Campanha de Divulgação do
Espiritismo, em 1996.
As Entidades Federativas
Estaduais que integram o CFN
congregam os Centros e
Sociedades Espíritas
sediados em seus respectivos
territórios. Em alguns
Estados, as suas Entidades
Federativas possuem órgãos
locais e regionais para
facilitar a dinâmica do seu
trabalho.
O CFN reúne-se
ordinariamente uma vez por
ano, durante três dias, para
tratar de assuntos de
interesse do Movimento
Espírita, que visam
promover, realizar e
aprimorar o estudo, a
difusão e a prática da
Doutrina Espírita.
As bases doutrinárias e as
diretrizes gerais do
trabalho de unificação do
Movimento Espírita realizado
pelo CFN/FEB são as que
constam dos documentos que
compõem o opúsculo
“Orientação ao Centro
Espírita” e dos textos que
integram a Campanha de
Divulgação do Espiritismo.
Todas as Entidades que,
direta ou indiretamente,
integram o CFN (Entidades
Federativas Estaduais,
Entidades Especializadas de
Âmbito Nacional, Centros e
demais Sociedades Espíritas)
mantêm a sua autonomia,
independência e liberdade de
ação. Os vínculos com o CFN
tem por fundamento a
solidariedade e a união
fraterna, livre, responsável
e conscientemente praticadas
à luz da Doutrina Espírita,
com vistas à sua difusão.
As Entidades que compõem o
CFN aceitam a integração e a
participação em seus
trabalhos de todas as
Instituições Espíritas que
tenham por objetivo o
estudo, a difusão e a
prática da Doutrina Espírita
com base nas obras de Allan
Kardec. A tarefa principal
do trabalho de unificação
consiste em colaborar com
essas Instituições para que
possam mais facilmente
alcançar os seus objetivos,
aprimorando as suas
atividades e mantendo as
suas realizações dentro dos
princípios doutrinários.
Todas as Instituições
Espíritas, sediadas no
território nacional, que
desenvolvem suas atividades
dentro dos princípios
básicos da Doutrina Espírita
contidos nas obras da
Codificação Kardequiana
estão, naturalmente, aptas a
participar do esforço de
unificação do Movimento
Espírita, em trabalho de
apoio recíproco e solidário,
para uma mais eficiente
difusão doutrinária.
Fonte: www.febnet.org.br
O Movimento Espírita
Internacional
CONSELHO
ESPÍRITA INTERNACIONAL
Constituído em 28 de
novembro de 1992, é o
organismo resultante da
união, em âmbito mundial,
das Associações
Representativas dos
Movimentos Espíritas
Nacionais.
Finalidades
essenciais e objetivos:
● Promover a união solidária
e fraterna das Instituições
Espíritas de todos os países
e a unificação do Movimento
Espírita mundial;
● Promover o estudo e a
difusão da Doutrina Espírita
em seus três aspectos
básicos: científico,
filosófico e religioso;
● Promover a prática da
caridade espiritual, moral e
material, à luz da Doutrina
Espírita.
Fundamento
Doutrinário:
As finalidades e objetivos
do Conselho Espírita
Internacional fundamentam-se
na Doutrina Espírita
codificada por Allan Kardec
e nas obras que, seguindo
suas diretrizes, lhe são
complementares e
subsidiárias.
Entidades
Nacionais componentes do CEI:
●
Angola: Sociedade Espírita
Allan Kardec de Angola
●
Argentina: Confederación
Espiritista Argentina
●
Bélgica: Union Spirite Belge
●
Bolivia: Federação Espirita
Boliviana
●
Brasil: Federação Espírita
Brasileira
●
Chile: Centro de Estudios
Espírita Buena Nueva
●
Colômbia: Confederación
Espiritista Colombiana –
CONFECOL
●
El Salvador: Federación
Espirita de El Salvador
●
Espanha: Federación Espirita
Española
●
Estados Unidos da América:
United States Spiritist
Council
●
França: Union Spirite
Française et Francophone
●
Guatemala: Cadena
Heliosóphica Guatemalteca
●
Itália: Centro Italiano
Studi Spiritici Allan Kardec
●
Japão: Comunhão Espírita
Cristã Francisco Cândido
Xavier
●
México: Central Espírita
Mexicana
●
Noruega: Gruppen for
Spiritistiske Studier Allan
Kardec
●
Paraguai: Centro de
Filosofia Espiritista
Paraguayo
●
Peru: Federación Espirita
del Perú – FEPERU
●
Portugal: Federação Espírita
Portuguesa
●
Reino
Unido:
British
Union of Spiritist Societies
●
Suécia: Svenska Spiritistika
Förbundet
●
Suíça: Union des Centres
d'Études Spirites en Suisse
●
Uruguai: Federación Espírita
Uruguaya
Fonte:
www.febnet.org.br
Missão
dos Espíritas
Ide, pois, e
levai a palavra divina: aos
grandes que a desprezarão,
aos eruditos que exigirão
provas,aos pequenos e
simples que a aceitarão;
porque, principalmente entre
os mártires do trabalho,
desta provação terrena,
encontrareis fervor e fé.
Arme-se a
vossa falange de decisão e
coragem! Mãos à obra! o
arado está pronto; a terra
espera; arai!
Ide e
agradecei a Deus a gloriosa
tarefa que Ele vos confiou;
mas, atenção! entre os
chamados para o Espiritismo
muitos se transviaram;
reparai, pois, vosso caminho
e segui a verdade.
Erasto (O Evangelho Seg. o
Espiritismo - Cap. XX - item
4) |